Do sentido de conhecer o meu ser

Há muito tempo, quando consegui alcançar a liberdade de olhar para meu corpo, de alcançar o meu interior, percebi quem eu era.

Foram momentos de intensas lutas - segundos que me pareceram séculos!

A dor, dilacerando o físico, fortalecia o espírito, a consciência.
A luta permanente me parecia triste, enfadonha.
No entanto, fui compreendendo que sempre, depois de grandes crises, renovava-me.

Que interessante: ao me desfazer de tudo, parecia que tudo possuía.
Negando, afirmava-me; sofrendo, aprendia a ser feliz; sentindo dor, conseguia caminhar no mais profundo do meu próprio ser.

Não sei por que, nem quando, nem quantas pessoas me ajudaram, nem quantas eu ajudei.
Algumas vezes, as relações foram pacíficas; outras vezes, violentas e arbitrárias.
Sempre que ficava sozinho conseguia alcançar a minha identidade.
E, naqueles segundos, depreendia o quanto precisava me transformar.

Quando voltava ao caminho da existência, saindo do meu interior, sofria as conseqüências de ter-me indagado.
O dia ficava noite; a noite me punha medo; os amigos cresciam, criticavam; os inimigos apedrejavam.
Que contradição! Tudo me parecia desmontado.
No entanto, eu estava inteiro, hígido, forte para recomeçar.
(Confesso: às vezes não queria recomeçar - mas era impossível renunciar à vida.)
Tudo pulsava, tudo falava.
Alguns eu entendia; outros eu negava.
Neste processo, num extraordinário ímpeto de equilíbrio, caí, levantei-me, amei e odiei, fui a força do meu próprio ser.
Na mentalidade do que era e do que sou, transformei-me.
O que era escuro ficou claro; o que era morte ficou vida; o que não era, é.

Continuo sendo o que sempre fui: um ser inteligente que busca, na permanência do próprio ser, do Universo, a compreensão do seu ser.
07.10.94

Mensagem extraída do livro:
“IDENTIDADE PARADOXOS”

Pelo espírito Antonio Grimm Psicofonado por Maury Rodrigues da Cruz SBEE Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas.

 

http://www.sbee.org/mensagens.htm#04

 

 

"O maior de todos os males é a falta de amor e a terrível indiferença para com o nosso semelhante."

 

Madre Teresa de Calcutá
Agnes Gonxha Bojaxhiu, missionária da caridade, albanesa, 1910-1997
Biografia

CARTA À MINHA MÃE

Mãe, quando eu comecei a escrever esta carta, usei a pena do carinho, molhada na tinta rubra do coração ferido pela saudade.
As notícias, arrumadas como perólas em um fio precioso, começaram a saltar de lugar, atropelando o ritmo das minhas lembranças.
Vi-me criança orientada pela sua paciência. As suas mãos seguras, que me ajudaram a caminhar.
E todas as recordações, como um caleidoscópio mental, umedeceram com as lágrimas que verteram dos meus olhos tristes.
Assumiu forma, no pensamento voador, a irmã que implicava comigo.
Quantas teimas com ela. Pelo mesmo brinquedo, pelo lugar na balança, por quem entraria primeiro na piscina.
Parece-me ouvir o riso dela, infantil, estridente. E você, lecionando calma, tolerância.
Na hora do lanche, para a lição da honestidade, você dava a faca ora a um, ora a outro, para repartir o pão e o bolo.
Quantas vezes seu olhar me alcançou, dizendo-me, sem palavras, da fatia em excesso para mim escolhida.
As lições da escola, feitas sob sua supervisão, as idas ao cinema, a pipoca, o refrigerante.
Quantas lembranças, mãe querida!
Dos dias da adolescência, do desejar alçar vôos de liberdade antes de ter asas emplumadas.
Dos dias da juventude que idealizavam anseios muito além do que você, lutadora solitária poderia me oferecer.
Lágrimas de frustração que você enxugou. Lágrimas de dor, de mágoa que você limpou, alisando-me as faces.
Quantas vezes ouço sua voz repetindo, uma vez mais: "tudo tem seu tempo, sua hora! Aguarde! Treine paciência!"
E de outras vezes: "cada dia é oportunidade diferente. Tudo que você tem é dádiva de Deus, que não deve desprezar.
A migalha que você despreza pode ser riqueza em prato alheio. O dia que você perde na ociosidade é tesouro jogado fora, que não retorna."
Lições e lições.
A casa formosa, entre os tamarindeiros assomou na minha emoção.
Voltei aos caminhos percorridos para invadi-la novamente, como se eu fosse alguém expulso do paraíso, retornando de repente.
Mãe, chegou um momento em que a carta me penetrou de tal forma, que eu já não sabia se a escrevera.
E porque ela falava no meu coração dorido, voei, vencendo a distância.
E vim, eu mesmo, a fim de que você veja e ouça as notícias vibrando em mim.
Mãe, aqui estou. Eu sou a carta viva que ia escrever e remeter a você.

***

Entre as quadras da vida e as atividades que o mundo o envolve, reserve um tempo para essa especial criatura chamada mãe.
Não a esqueça. Escreva, telefone, mande uma flor, um mimo.
Pense quantas vezes, em sua vida, ela o surpreendeu dessa forma.
E não deixe de abraçá-la, acarinhá-la, confortar-lhe o coração.
Você, com certeza, será sempre para ela, o melhor e mais caro presente.

Equipe de Redação do Momento Espírita, a partir do cap. XVI do livro Pássaros livres, do Espírito Rabindranath Tagore, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.


 

"O bravo não é quem não sente medo, mas quem vence esse medo."

 

Nelson Mandela 
Nelson Rolihlahla Mandela, líder e presidente sul-africano, 1918
Biografia

Para onde vai o teu espírito durante o sono?

A vida é património de todos, mas a direção pertence a cada um.

No livro Libertação de Chico Xavier, pelo espírito André Luiz, o autor espiritual juntamente com seu mentor Gúbio dirigem-se ao astral inferior ou umbral, ou colônias purgatórias, para uma missão de resgate de um espírito das trevas. O texto que selecionei para hoje, me chamou a atenção por mostrar como somos influenciados pelos espíritos mesmo sem sabermos.

Para o perfeito entendimento do texto, é preciso entender alguns conceitos:

 

Perispírito: é uma espécie de envoltório semimaterial que prende o corpo ao espírito, acompanha o espírito no desencarne, não sendo, portanto perecível como o corpo. É o que permite os fenômenos de materializações, e permite que o espírito pelo pensamento, dele faça uso no plano espiritual agindo sobre os fluidos como agimos sobre as coisas materiais.

Em outras palavras, o perispírito seria um “corpo espiritual”, igual ao corpo físico, constituído de um tipo de matéria muito sutil, invisível aos nossos olhos. Ele acompanha o espírito após o desencarne, ficando aqui apenas o corpo carnal.

 

Desligado ou desdobrado: (o espírito liberto do corpo) acontece naturalmente durante o sono, durante reuniões mediúnicas o desdobramento é vital para que possam acontecer os intercâmbios entre encarnados e desencarnados, pois é durante o desdobramento que conseguimos nos comunicar com os desencarnados. É por isso que durante o sono eles vêm nos visitar e depois são lembrados como se fossem sonhos.

 

O diálogo que se segue acontece entre André Luiz e Gúbio, ambos espíritos em tarefa nas zonas inferiores do astral. Ali pode-se perceber o que acontece enquanto dormimos. Nosso espírito procura os espíritos desencarnados com os quais mantem maior afinidade, ou sintonia espiritual.

Claro que não precisamos ser reféns de nós mesmos, podemos lutar para elevar nosso padrão vibratório e assim, procurar entidades espirituais mais elevadas, que possam nos ajudar durante o sono com seus conselhos. Leia com atenção, é muito legal.

“ Não mediste, ainda — respondeu prestimoso —, a extensão do intercâmbio entre encarnados e desencarnados. A determinadas horas da noite, três quartas partes da população de cada um dos hemisférios da Crosta Terrestre se acham nas zonas de contacto conosco e a maior percentagem desses semilibertos do corpo, pela influência natural do sono, permanecem detidos nos circulos de baixa vibração qual este em que nos movimentamos provisoriamente. Por aqui, muitas vezes se forjam dolorosos dramas que se desenrolam nos campos da carne. Grandes crimes têm nestes sítios as respectivas nascentes e não fosse o trabalho ativo e constante dos Espíritos protetores que se desvelam pelos homens no labor sacrificial da caridade oculta e da educação perseverante, sob a égide do Cristo, acontecimentos mais trágicos estarreceriam as criaturas.
De alma voltada para as noções da vida imensa que o ambiente sugeria, rememorei o curso incessante das civilizações. Pensamentos mais altos clarearam-me os raciocínios. A Bondade do Senhor não violenta o coração. O Reino Divino nascerá dentro dele e, à maneira da semente de mostarda que se liberta dos envoltórios inferiores, medrará e crescerá gradativamente, sob os impulsos construtivos do próprio homem.
Que temerária concepção a de um paraiso fácil!
Gúbio percebeu-me a posição mental e falou em socorro de minhas pobres reflexões intimas:
— Sim, André, a coroa da sabedoria e do amor é conquistada por evolução, por esforço, por associação da criatura aos propósitos do Criador. A marcha da Civilização é lenta e dolorosa. Formidandos atritos se fazem indispensáveis para que o espírito consiga desenvolver a luz que lhe é própria. O homem encarnado vive simultaneamente em três planos diversos. Assim como ocorre à árvore que se radica no solo, guarda ele raizes transitórias na vida fisica; estende os galhos dos sentimentos e desejos nos círculos de matéria mais leve, quanto o vegetal se alonga no ar; e é sustentado pelos princípios sutis da mente, tanto quanto a árvore é garantida pela própria seiva. Na árvore, temos raiz, copa e seiva por três processos diferentes de manutenção para a mesma vida e, no homem, vemos corpo denso de carne, organização perispirítica em tipo de matéria mais rarefeita e mente, representando três expressões distintas de base vital, com vistas aos mesmos fins. Segundo observamos, o homem exige para sustentar-se, no quadro evolucionário, segurança relativa no campo biológico, alimento das emoções que lhe são próprias nas esferas de vida psíquica que se afinam com ele e base mental no mundo íntimo. A vida é património de todos, mas a direção pertence a cada um. A inteligência caída precipita-se, despenhadeiro abaixo, encontrando sempre, nos círculos inferiores que elege por moradia, milhões de vidas inferiores, junto às quais é aproveitada pela Sabedoria Celestial para maior glorificação da obra divina. Na economia do Senhor, coisa alguma se perde e todos os recursos são utilizados na química do Infinito Bem”

"Os espíritos protetores nos ajudam com os seus conselhos, através da voz da consciência, que fazem falar em nosso íntimo - mas como nem sempre lhes damos a necessária importância, oferecem-nos outros mais diretos, servindo-se das pessoas que nos cercam."

Allan Kardec
Hipolyte Leon Denizard Rivail, Educador francês, 1804-1869
Biografia

Aos quase Suicidas

Sim. É a dor fulminativa, a dor largamente suportada, aquela que se te acumulou no coração, qual represa de fogo e fel, e aquela outra que sempre temeste e que chegou, e por fim, à maneira de tempestade, arrasando-te as forças. São elas essas agonias indizíveis, para as quais os dicionários humanos não te fornecem palavras adequadas à necessária definição, que, muitas vezes, te fazem desejar a morte, antes do momento em que a morte aparece a cada criatura terrestre, à feição de anjo libertador.
Ainda assim, compreendendo-te os ápices de angustia, em nome de todos aqueles que te amam, aquém das fronteiras de cinzas, dos quais te despedistes na grande separação, rogamos-te paciência e coragem.
Ergue-te, acima dos escombros das próprias ilusões, e contempla os caminhos novos que a infinita Bondade de Deus te reserva.
Se amarguras te azedaram os sonhos, espera pelo tempo cujos filtros não funcionam debalde; se desenganos te buscaram, observa que ensinamentos te trazem; se dificuldades repontaram da estrada, estuda com elas qual a melhor solução aos teus problemas de paz e segurança; se provações surgiram, atribulando-te as horas, enumeras as lições de que se façam portadoras, em teu beneficio; se prejuízos te dilapidaram a existência, recorda que o trabalho nunca nos cerra as portas; e se alguém te deixou a alma vazia de afeição, pensa no amor infinito que sustenta o universo, na certeza de que outras almas te virão ao encontro, abençoando-te o dom de amor e de servir.
Nunca esmoreças, ante as dificuldades que te surjam no caminho para a vanguarda.
Quando estiveres a ponto de ceder à pior rendição de todas – aquela de recusar o dom da vida- detém-te a refletir em Deus que te criou para a sabedoria e para o amor.
E Ele, cujo poder arranca a erva da semente sepultada no chão para o esplendor solar, te arrebatará igualmente a qualquer tribulação, a fim de que sobrepaires, além de todos os fracassos e de todas as crises, de modo a que brilhes e avances para frente, aprendendo e trabalhando, servindo e amando, em plenitude de vida imperecível.

Emmanuel

O blog Simplesmente Maria (http://vargasramos.zip.net) continua sendo leitura obrigatória, porque adoro o estilo coloquial da minha amiga escrever e me delicio com suas crônicas.

Podem dar uma olhadinha lá, ela acaba de editar seu primeiro livro, e sua alegria é digna de ser dividida, deixem-se contagiar.


E já que o assunto é alegria e realizações, estarei participando da blogagem coletiva idealizada pelo Lino Resende do (http://www.linoresende.com.br/blog/paz-na-terra) no dia 01.11 e cujo tema será a paz no mundo.

Participem, deixem lá no blog do Lino sua inscrição, afinal PAZ é desejo de todos nós.

Atendimento Fraterno

O texto abaixo foi retirado do livro Atendimento Fraterno (Projeto Manoel Philomeno de Miranda). Este livro é dirigido especificamente a espíritas que estejam trabalhando neste nobre setor de atendimento às pessoas que procuram o Centro espirita atrás de uma orientação, uma ajuda. Como trata-se de tarefa que deve ser exercida por todos todo o tempo, resolvi selecionar este texto que achei muito importante.

Penso que todos devemos ter estas orientações em mente para através de um diálogo fraterno, podermos ajudar nosso semelhante, a começar pelos familiares.

Como diz o livro, quem já não se valeu dos conselhos de amigos, familiares e até professores, para resolver alguns conflitos em sua vida?

Que seria de nós se não estivessemos constantemente nos amparando mutuamente?

Mas leia então o texto, é muito bom, vale a pena.

“Todo aquele que está fraquejando emocionalmente, fixa em demasia os seus conflitos, gerando uma psicosfera de autocompaixão. A autocompaixão é um dano tão grande quanto a indiferença de sentimentos, porque na autocomiseração o indivíduo somente vê a sua desgraça e não a contribuição dos valores que estão ao seu alcance, aguardando-o. Na área da Psicologia, fala-se que há uma tendência muito maior de conservar a tristeza do que a alegria, a dor ao invés do bem-estar. É um comportamento masoquista. As nossas alegrias são muito rápidas e as nossas tristezas muito demoradas, porque nós gostamos mais da tristeza. As nossas alegrias parecem que nao nos saciam e queremos mais. Determinada coisa de impacto ou de felicidade, algumas horas depois, já não nos preenche tão plenamente. Mas, uma contrariedade um insucesso, marca-nos tão profundamente que ficamos a repeti-lo mentalmente, o que faz que se imprima cada vez mais em nosso inconsciente profundo. Quando passarmos a coletar as alegrias e a não dar valor aos desconfortos, as vicissitudes, enfrentaremos os problemas com mais naturalidade. Achamos, porém, que vida feliz é a daquele que tem dinheiro, que vive o prazer. Isto, no entanto é uma vida sensualista, no sentido de gozo incessante. Na hora em que compreendermos que gozo não é felicidade e que prazer é uma questão que diz respeito às sensações, sendo felicidade aquilo que afeta as emoções profundas, encararemos as vicissitudes como acidentes de percurso, porque a nossa meta é a plenitude.

Marcam-nos mais a tragédia, o sofrimento, do que a felicidade e a harmonia. Observe-se que o indivíduo, portador de uma vida extraordinariamente correta, ao cometer um erro, isso é o que passa a ressaltar nele a partir daí. Um grande cantor, como Pavarotti ou outros, amados no mundo inteiro, se um dia, num concerto, criaturas humanas que são, tiverem qualquer distúrbio de voz, um erro de compasso, a nota não alcançada, perdem todo o valor, como se eles fossem robôs sem direito de se permitirem fragilidades. Assim, também, todos somos medidos, não pelas nossas virtudes, mas pelos nossos erros.
A imprensa, a mídia, vive disso, porque raramente se apóia nas ocorrências felizes, sustentando-se com a divulgação das questões que corrompem o coração.
Temos que dizer à pessoa: — Você está no limiar, o que é bom, porque ainda não caiu. Você se encontra no mínimo das suas reservas, o que é muito bom sinal, ainda tem reservas; considere aquele que já tombou...
Joanna de Angelis sempre me diz:
Quando vires alguém com os pés sujos de lama, não acuse o descuidado, pois que ele acaba de sair do pântano. Preocupa-te com aqueles que têm os pés limpos, correndo o perigo de se adentrarem nele e enfrentarem dificuldades para sair.
Então, digamos a essa pessoa: — Você está quase entrando no pântano. Está na hora de recuar.
Caso a pessoa retruque: — “Ah, mas eu não tenho forças” — nós lhe diremos: — se as não tivesse não estaria aqui, e a prova de que você tem forças é o desejo que demonstra de continuar caminhando. Já orou? — o que é diferente de rezar — Já se abriu a Deus? Diga-lhe: “Agora, meu Pai, conto com a tua parte”.

Particularmente, procuro fazer o que me é possível para me desincumbir das tarefas. Chega o momento em que eu digo: — Agora, meu Senhor, é com o Senhor, porque a minha parte já fiz; e tiro da cabeça o problema. Se Ele não o resolver, é porque não deveria ser resolvido. Não vejo motivo para me amargurar. Lembro-me do Abade Pierre — o que fundou as Comunidades de Emaús — que elegeu o seguinte “slogan”: “Eu sempre pensava, nas horas de perigo e de problemas, que chamando por Deus e Ele ouvindo, ia chegar cinco minutos depois da tragédia. Mas sempre que passava o desafio, me dava conta de que Deus chegava, pontualmente, cinco minutos antes”.
Digamos a essa pessoa: — Chame por Deus! Vá para a casa pensando que tudo vai dar certo, e, se não der de imediato, continue pensando que irá acontecer, porque sempre há uma nova oportunidade.
Certa feita, atendi uma paciente que me disse: — Senhor Divaldo, a pior coisa que me poderia acontecer era morrer, e eu acho que vou morrer!
Respondi-lhe: — Aleluia! Felicidade para você. Imagine se você fosse eterna nesse corpo... Claro que você vai morrer, vai se libertar desse corpo, qual ocorrerá comigo e com todos. É a melhor coisa que lhe vai acontecer. Agora, a pior coisa que nos pode acontecer é matar alguém, porque é crime. Mas, você morrer, é perfeitamente normal.
A pessoa redarguiu: — Sabe que eu não tinha pensado nisso?
E concluí: — Está na hora de começar a pensar”.

Divaldo Franco

A Visão do Ser

“Solidários, seremos união. Separados uns dos outros, seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos. Distanciados entre nós, continuaremos a procura do trabalho com que já nos encontramos honrados pela Divina Providência”. (Bezerra de Menezes - Psicografia de F. C. Xavier -  “Unificação” nov/dez - 1980.)

 

A Visão do Ser

IGUAIS ATORES, PRECISAMOS CONHECER E TRABALHAR AS NOSSAS MÁSCARAS  NO TEATRO DA VIDA.

Importante descobrir:

o que pensamos que somos

o que os outros pensam que somos

o que os outros querem que sejamos

o que realmente somos

CONFORME ALLAN KARDEC, O HOMEM É UM SER TRINO:

ESPÍRITO --> princípio inteligente (O LIVRO DOS ESPÍRITOS, q. 23),

incorpóreo, matéria quintessenciada (q. 82), centelha divina (q. 88);
PERISPÍRITO -->
envoltório semi-material (q. 93);
CORPO -->
ser material = alma encarnada (q. 134/135).

 

 

"Examine-se pois o homem a si mesmo." 

PAULO, I Cor., 11:22

 

 

Reencarnados para enfrentarmos nova aula de auto descoberta e aperfeiçoamento nesta Escola do Espírito, um dia vamos ter de responder ao exame da vida, sem possibilidade de enganarmos ao espelho da própria consciência. E aí, olhando a imagem refletida, como enfrentaremos nossas grandes questões:

O que fiz até agora de minha vida?

Fui egoísta ou aprendi a repartir o meu tempo?

Posso desencarnar tranqüilo e em boa situação?

 

PARADIGMA IDEAL

"Jesus fez-se o biótipo do HOMEM INTEGRAL, por haver desenvolvido todas as aptidões herdadas de Deus, na condição de ser mais perfeito de que se tem notícia."

JOANNA DE ÂNGELIS - O HOMEM INTEGRAL, 

 

http://paginas.terra.com.br/religiao/confrariaconsolador/autoconhecimento.htm

Apostilas do Estudo Teórico-Prático da Doutrina Espírita

continuação

 
Unidade 08 - O Movimento Espírita
Unidade 09 - Concentraçao
Unidade 10 - Os Espíritos - Definição, Conceito, Origem e Natureza
Unidade 11 - Os Espíritos - Escala
Unidade 12 - Vida Espírita - Espíritos Errantes
Unidade 13 - Vida Espírita
Unidade 14 - Retorno à vida Espiritual

Unidade 15 - Os Fluidos

Unidade 16 - O Perispírito
Unidade 17 - Intervenção dos Espíritos
Unidade 18 - Mediunidade - Conceito e Tipos
Unidade 19 - Mediunidade - Influência Moral
Unidade 20 - Pluralidade das Existências - Reencarnação (Parte I)
Unidade 21 - Pluralidade das Existências - Reencarnação (Parte II)
Unidade 22 - Pluralidade das Existências - Reencarnação (Parte III)
Unidade 23 - Pluralidade das Existências - Prelúdio da volta à vida corporal
Unidade 24 - Irradiação: Bases do Fenômeno
Unidade 25 - Pluralidade dos Mundos Habitados
Unidade 26 - Terra Planeta de Provas e Expiações
Unidade 27 - Das leis Morais - Da Lei Divina ou Natural
Unidade 28 - Das leis Morais - Da Lei do Trabalho
Unidade 29 - Das Leis Morais - Da Lei de Reprodução
Unidade 30 - Das Leis Morais - Da Lei de Conservação
Unidade 31 - Das leis Morais - Da Lei de Destruição

http://sef.feparana.com.br/apost/apost.htm

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